| Recentes estudos sobre o Sudádio, foram descobertos caracteres relacionados com o aramaico falado no tempo de Jesus |
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| Dom, 03 de Janeiro de 2010 00:00 | |
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Santo Sudário será exposto na Primavera em Turim.
A Rádio Vaticano noticiou entretanto, nos recentes estudos realizados sobre o Sudádio, foram descobertos caracteres que podem ser relacionados com o aramaico falado no de Jesus, dado que poderia contribuir para a polémica questão da datação do pano. Barbara Frale, especialista do Arquivo Secreto do Vaticano para os Templários, explicou à emissora que esta não é a primeira vez que se fala de caracteres aramaicos no Sudário, tendo o assunto sido referido já em 1978. A recente descoberta de Thierry Castex parece referir-se à palavra "encontrado", estando em análise o contexto em que a mesma se insere. Vale lembra que, no caso de uma condenação à morte, seria habitual acompanhar o corpo de documentos que permitissem reconhecer o corpo.
Esta especialista é defensora da tese que coloca o Sudário nas mãos dos Templários entre 1260 e 1312, aproximadamente. Há notícia dele desde 1353, quando um pano que supostamente serviu de mortalha a Cristo apareceu em Lirey (França), levado pelas expedições que estiveram na Terra Santa. Um século depois, chegou às mãos dos duques de Sabóia, que o guardaram em Chambéry. Em 1532, foi danificado num incêndio e, em 1694, foi transferido para a capela do Duomo (Catedral) de Turim. Os testes para provar se realmente envolveu o corpo de Cristo começaram em 1898, depois de um fotógrafo de Turim ter feito uma do manto e, na revelação, descoberto que os negativos mostravam o corpo e o rosto de um homem crucificado. Em 1989, o Sudário foi submetido ao teste do carbono-14 em três laboratórios, na Suíça, Estados Unidos e Reino Unido. Os resultados dos testes datavam o tecido como sendo do período 1260 a 1390. Vários especialistas criticaram os testes, considerando que foram mal feitos: os três pedaços do tecido que foram cortados naquela ocasião, para servir de amostra para o teste, eram das pontas, ou seja, a parte pela qual o manto foi suspenso nas inúmeras ocasiões em que foi apresentado aos fiéis ao longo dos séculos. Em Abril de 1997, um incêndio destruiu a capela Guarini, onde o Santo Sudário é guardado, mas a relíquia foi resgatada sem sofrer danos. Meses mais tarde, foi estendida e não enrolada como até então, numa caixa à prova de incêndios e atentados. Testes da NASA deixam supor que a impressão no lençol de Turim se deu por uma radiação luminosa-térmica: há vestígios de uma anormal produção de energia, que se pode comparar a uma explosão atómica, controlada e em relevo, segundo a profundidade da queimadura. Embora não se possa afirmar com toda a segurança a autenticidade desta "relíquia", o Papa João Paulo II gostava de falar dela como de um maravilhoso "ícone".
Fonte: Notícias Cristãs
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| Última atualização ( Dom, 17 de Janeiro de 2010 14:32 ) |


