| Pastor Silas Malafaia, em debate no programa do Ratinho, tenta abrir os olhos do público para perigo escondido na PLC 122/06 |
|
| Qui, 25 de Fevereiro de 2010 00:57 | |
|
O debate foi aberto com um vídeo produzido pelo programa tentando explicar os fundamentos e o que propõe o PLC 122/06 incluindo a opinião do público abordado nas ruas. Após o vídeo, em que a população se mostrava dividida, Ratinho deu a palavra a Iara Bernardes, ex-deputada e autora do projeto. Ela apresentou números e mostrou como o Brasil é um país homofóbico. “O PLC 122/06 foi uma necessidade na defesa dos direitos dos homossexuais”, declarou a ex-deputada. Silas Malafaia deu muito bem o seu recado. Com boa postura e seguro de seu papel, ministro da Palavra da Verdade, apontou as falhas e contradições do projeto. Enfatizou o perigo da aprovação desta lei para a sociedade, usando exemplos práticos de uma realidade possível caso o projeto se torne lei após aprovação no Senado. Disse que mesmo antes da lei ser aprovada e votada nas comissões do Senado, comunidades gays tentaram tirar seu programa do ar na Band. “Esta lei criminaliza a opinião. Ela tem aberrações, é uma vergonha. A lei deveria ser chamada de: A Lei do Privilégio”, alfinetou! Questionado por Ratinho se homossexualismo é genético, Malafaia disse que só há dos genes humanos: macho e fêmea. “Ninguém nasce homossexual. Homossexualismo é comportamental e não se pode comparar racismo com homossexualismo, uma das falhas deste projeto lei. É um retrocesso, uma mordaça.” Esta palavra de crítica do Silas Malafaia foi confirmada por Iara Bernardes ao finalizar sua participação no debate: “Temos que colocar uma mordaça em quem ofende e agride os homossexuais”
|
|
| Última atualização ( Qui, 25 de Fevereiro de 2010 01:25 ) |

O pastor da Assembleia de Deus, Silas Malafaia, participou hoje, dia 24 de fevereiro, do programa do Ratinho, no SBT. O debate envolveu o polêmico projeto PLC 122/06 que cria, na opinião de muitos, uma ditadura gay. O pastor Silas Malafaia tentou abrir os olhos do público para perigo escondido na PLC 122/06 e não utilizou referências bíblicas para se defender, apenas o bom senso foi suficiente.